Quarta-feira, 11 de Abril de 2007
Coisas que descobri

"Água mole em pedra dura, tanto bate até que fura".

Mas às vezes a água acaba e a pedra fica na mesma.

 

Por pior que eu me sinta, o mundo não pára por minha causa.

O tempo também não.

 

O meio onde nasci e vivi e as coisas que aconteceram na minha vida

podem ter influenciado quem eu sou.

Mas eu sou responsável por aquilo em que me torno.

 

Não posso fazer os outros gostarem de mim.

Só posso ser alguém de quem possam gostar. O resto é com eles.

 

Por mais que me importe com os outros, há sempre quem nunca se importe comigo.

 

O importante não são as coisas que existem na minha vida,

mas sim as pessoas que existem nela.

 

Não devo comparar toda a minha pessoa com aquilo que os outros têm de melhor.

 

Posso fazer ou dizer uma coisa num instante de que me vou arrepender para o resto da vida.

 

Posso aguentar coisas que sempre pensei que não suportaria.

 

Sou responsável por aquilo que faço, independentemente do modo como me sinto.

 

Se não controlar a minha vida, ela controla-me a mim.

 

Por mais sonhos que tenha, alguns ficam pelo caminho

e é melhor arranjar algo para os substituir.

 

Não devo dizer a ninguém que os seus sonhos são estúpidos.

É humilhante e seria uma tragédia se todos os grandes sonhadores tivessem acreditado nos idiotas que lhes disseram isso.

 

Às vezes, não existe diferença entre fazer tudo e não fazer nada.

 

 

São raros aqueles que estão satisfeitos com a família que têm.

 

As dos outros parecem sempre melhores.

 

Às vezes, quando estou zangada, tenho o direito de estar zangada,

mas isso não me dá o direito de ser cruel com quem não tem culpa nenhuma.

 

 

Não temos de mudar de amigos, mas temos de compreender que os amigos mudam.

 

Todos sabem dar conselhos sobre a vida dos outros, mesmo que não saibam o que fazer com a sua vida.

Mas isso nem sempre é mau: pensar nos problemas dos outros pode ajudar a esclarecer os nossos problemas.

 

Duas pessoas podem olhar para uma coisa e ver algo completamente diferente.

 

Só porque alguém não gosta de mim da maneira que eu quero,

isso não significa que não goste de mim tanto quanto possa.

 

Às vezes, ao tentar proteger uma pessoa, acabamos por a magoar ainda mais.

 

A maturidade depende mais das experiências que uma pessoa tem e do que aprendeu com elas do que da sua idade.

 

Não é o dinheiro, nem os objectos, nem os diplomas

que transformam um verme numa pessoa decente.

Quem decide comportar-se como um verme nunca será outra coisa.

 

Pessoas que não me conhecem podem alterar a minha vida ser para sempre.

 

Estou a demorar demasiado tempo a tornar-me a pessoa que quero ser.

 

É sempre difícil colocar um ponto final.



publicado por planiciemetalica às 15:52
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